quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

   Ainda nem é tão tarde, mas o sol já não brilha mais, estará ele se escondendo por de trás das nuvens ou se terá retirado mais cedo. A rua, antes cheia, está agora vazia, todos correm para se proteger da chuva que começa a cair, menos ele que olha para o alto observando as nuvens negras donde nascem as lágrimas a lavar-lhe a alma. O mundo tem pressa, ninguém alem dele parece querer se molhar. Trovões ecoam no ar, seu corpo estremece, mas ele não sai do lugar, sentado em um banco de praça sob uma chuva de verão. Pessoas passam apressadas, espantadas com aquele jovem estranho, imaginando o que se passa em sua mente, se perguntando o porque daquele sorriso tão alegre, um sorriso que nos diz que vale a pena viver.

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