quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Inferno

Deusas belas femininas
Entorpecem-me. Aquecem-me
Na sonolenta transa noturna
Deusas belas nuas

Glúteos. Firmes. Glúteos.
Nuvens em formas indiscretas
Roupas intimas fazem intimamente
Do corpo uma volúpia

Volúpia. A voluptuosidade.
Sede por mulheres libertinas.
Morenas, louras, índias
Loucas, negras, ninfomaníacas

Uma escuridão noturna
Religião carnal
Religião do libido
Inferno paradisíaco

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sussurros Numa Noite Qualquer

Quando não há fantasmas
O vento vai dormir
Mais cedo que um beija-flor.

Mas se os espíritos aparecem
O vento se apressa para anunciar
Que algo de estranho paira no ar.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Tigresa

Três gravações diferentes de uma mesma música. Três gravações diferentes, mas igualmente sensacionais. De Caetano Veloso para Sônia Braga, Tigresa.


por Caetano Veloso


por Caetano Veloso & Ney Matogrosso


por Ney Matogrosso


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Beach House - 10 Mile Stereo

Por falta de organização e pura preguiça essa semana não postarei nenhum texto meu, ao invés disso resolvi apenas postar uma música que descobri faz não muito tempo mas tempo o suficiente para se tornar uma de minhas músicas favoritas.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Bar das Amarguras

Volto ao bar das minhas amarguras
Querendo viver mais alguma boemia
Deixando de demonstrar toda a bravura
Que eu costumava fingir que possuía

Canto mais uma canção amarga ao amor
Oh tão grande amor que não mais voltará
Deixando na apenas na lembrança uma dor
Maltrata um coração que não vai mais amar

Humildemente peço com o coração em pedaços:
Oh garçom, por favor, vê mais uma cachaça
Para esquecer o amor que foi destinado
A causar esta dor que meu ao peito desgraça

E percorrendo pelas ruas da suja cidade
Volto do bar de todas minhas amarguras
Cantando ao boêmio que em sua mocidade
Amou várias vezes por toda eternidade

Leitores dos Boêmios