sexta-feira, 27 de maio de 2011

Poema Urbano nº 6

Meu pé marca o compasso no chão
A cabeça ocupada por idéias diversas
Esperando eternamente por um trem
Um trem infinito de pessoas dispersas

Vento frio ventando na cara
Dum cara emburrado de cara amarrada
Vou andando na estação doentia
Sem pensar em pensar em mais nada

Mochila nas costas e um café na mente
Pra deixar a mente desperta
É o tempo em que o tempo deixou
A meia noite eterna

Hoje é o dia em que o roquenrôl
O roquenrôl parou

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